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domingo, 18 de julho de 2010
MARCADO PARA MORRER e PARA CASAR
Esta é a atual situação do Clube Atlético Paranaense, outrora respeitado, hoje presa fácil, seja no, já não mais badalado e muito menos temido caldeirão, seja longe deste; tido como a Instituição com um dos maiores patrimônios de um clube de futebol da terra tupiniquim e com uma estrutura invejável, está rumo à segunda divisão. Foram quatro anos de namoro firme com ela (2006 a 2009) e que acaba de noivar, para talvez, casar no final deste ano. O pai dela (2ª divisão) já faz questão do casório, visto que, desde que começou este brasileirão, os homens de preto (ih, esqueci que agora os árbitros usam variadas cores de camiseta) estão colaborando fielmente para o então esperado enlace; tão esperado pelos ditos co-irmãos (não gosto deste termo, por não combinar com a realidade), que ao final do baile em dezembro, desfilarão com suas camisetas e bandeiras pelas ruas da capital paranaense, não pelo feito de seus times, mas pela inveja que possuem, aliado ao autofagismo da terra dos pinheirais, como fizeram em 2004 e 2005, onde vestiram dezenas de camisetas de times do Brasil e da América Latina. O casamento em comento é quase que irreversível, devido aos homens de camisetas coloridas estarem determinados para este feito desde a rodada inaugural do brasileirão, quando o time queridinho da poderosa precisou da ajuda do então árbitro do embate, para virar a partida assinalando um pênalti vergonhoso, onde um jogador do “timão” se jogou a quase dois metros da linha da grande área; em outros jogos, os homens das camisetas coloridas sempre procuraram inverter situações, deixando os limitados jogadores atleticanos nervosos, ao ponto de ser o time que mais teve expulsões até o prezado momento. No jogo com o Cruzeiro, o simpático clube mineiro obteve uma ajuda considerável, quando o time rubro-negro teve um gol erradamente anulado. Mas, nenhuma “ajuda” foi tão visível como a do jogo com o time cruz maltino, na terra do Eurico, sim, o raposa velha, mesmo não estando mais presente na direção do Vaxco, sua imagem e atitudes ficaram impregnadas naquele maldito local, onde o “furacão” começou dominando o jogo, levando os torcedores atleticanos a crer que ganhariam a primeira partida na colina, mas, o homem, nem me lembro a cor da camiseta dele, tratou de manter o tabu, expulsando o Chico (que lembra o Reginaldo Cachorrão), assinalando pênalti inexistente e invertendo faltas. Salienta-se que as atitudes dos homens coloridos não eximem de culpa o departamento de futebol atleticano, que aliado as bizarras escalações e substituições de nosso técnico empresário, obtém uma grande parcela nessa derrocada, mas isso, é assunto para outro momento. Agora, só nos resta torcer para uma briga entre os noivos, para que este matrimônio não se confirme, caso contrário, já temos que ir encomendando o black tie (smoking) para a festa; ou seria funeral?
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